quinta-feira, 3 de março de 2011

Esses dias...

Esse friozinho com o qual tudo fica mais charmoso e aconchegante, uma tarde agradável, um filme com luzes piscantes e pessoas dançando - ainda que bobo, pouco prestei atenção além dos números musicais e do geral da trama - um café depois. Acima de tudo, uma excelente companhia para dividir esse tempo. Ah, e se eu ficar mal acostumado? 


Blé pra esse carnaval no meio de tudo...

sexta-feira, 25 de fevereiro de 2011

Então... oi...


Hahahaha, não deveria ser chocante descobrir que alguém lê seu blog. Mas isso foi meio inesperado. Veja bem, eu não mato pessoas quando quero matar pessoas; eu penso a esmo coisas que vem e vão assim; e eu não me deixaria impressionar por postagens recentes. Quase sempre elas têm, mentalmente, destinatários específicos. De resto, hoje é uma noite pra dormir bem gostoso. Eu repetiria, com gosto.


PS: ainda não sei como elaborar a informação de seguranças bisbilhoteiros vizinhos a minha sacada.

terça-feira, 22 de fevereiro de 2011

A respeito das conclusões mais pessimistas que me tocaram recentemente em um filme...


Mágicos não existem, mas cabe a nós a mágica cotidiana possível.

sexta-feira, 18 de fevereiro de 2011

Devaneios de uma noite fictícia. Ou não.

Lalalalalalalalalalalala Laaaaaaaa la Laaaaaaaaaaaaaaa.

domingo, 13 de fevereiro de 2011

Reticências


It's not that easy. It's never that hard. Não ando chorão, não ando largado pelos cantos, não ando sem rumo. Quer dizer, vou andar sem rumo, sem sombra de dúvidas, mas por recente apreço por isso. Mas estou em um extremo mau humor, cuja distância talvez seja o mais recomendável, aos específicos e aos que me cercam... E ficar sozinho é a última coisa que queria ou que aprendi... Trocam-se farpas, ficam angústias, não sei exatamente como lidar. Vi que aprendi a realizar com perfeição o momento tenso, e sei desde sempre que não tenho dificuldades com o frio posterior. Mas este entremeio me angustia. Não posso fazer nada do que quero, não entendo nada de minhas vontades, e por aí vai. Sucessivamente. 

domingo, 6 de fevereiro de 2011

Magicians does not exist


Por que as conclusões que mais machucam são as que mais reverberam?

sexta-feira, 4 de fevereiro de 2011

Feliz desaniversário



E ampla reflexão sobre os coelhos, que inclusive acabei de escrever. E apaguei.

terça-feira, 1 de fevereiro de 2011

2.



Acho que mais reflexões virão, postergadas pelas cincunstâncias que se constróem na base da fumaça. Detesto essas fases onde não sei o que se passa por simplesmente não saber, e não não entender ou não aceitar.
Mas acontece que um dos números que eu mais gostava, para muito além de seus significados mais óbvios e pedantes, está se tornando um monstro. A partir de agora, meu ano tem janeiro, parte 1 e janeiro, parte 2. Em partes, nunca fiz questão de carnaval, é verdade. Mas em partes, machuca ter que destruir algo. 

sábado, 29 de janeiro de 2011

That clinking clanking sound of


Apesar de alguns dias de cama me levarem a reflexões sobre o ano que se passou, e elas condizerem com a aura de Mein Herr - um pouco sossegado a partir de setembro, é outra música deste filme que define minha maior iniciativa para 2011. Talvez seja o primeiro efeito da cueca amarela. Espero que aqueles ao meu redor compreendam, mas a menos que eu arrume um trabalho, eu estarei insuportável neste quesito este ano.

quinta-feira, 27 de janeiro de 2011

Questões do tempo

É não saber quando.

quarta-feira, 19 de janeiro de 2011

Alice

It's a lie. It's a bunch of sad strangers photographed beautifully, and... all the glittering assholes who appreciate art say it's beautiful 'cause that's what they wanna see. But the people in the photos are sad, and alone... But the pictures make the world seem beautiful, so... the exhibition is reassuring which makes it a lie, and everyone loves a big fat lie. 

terça-feira, 18 de janeiro de 2011

Início.

Porque me cansei de só ler blogs espalhados por aí. Não é uma resposta, é um dizer - tanto que não se está definido os rumos. 

Estou feliz de começar meu próprio blog, cujo único leitor provavelmente serei eu. Tenho algumas coisas para escrever, mas agora já está tarde, e eu com sono. Só queria dizer que estou com saudade de pessoas queridas que viajaram, e estou cansado de viajar de pessoas queridas. Apesar de minhas raízes por cá estarem, não é onde eu estendo meus braços e alço vôo. Me cansa um pouquinho. Mas é um sincronizado balanço necessário.

Desta distância toda, onde até as redes de relacionamento andam quietas, me segurei todo este tempo com os sms. Maníaco, uns dias de cama e uma semana sem por o pé pra fora do hall do elevador me enlouqueceram. Um tanto de ansiedade, um tanto de reverberações, um tanto de não se saber o que é este ano que começou. As ligações de madrugada fazem falta.

O que importa é que começou, e o findado enterrado está. Isso traz consigo um alívio inenarrável. Aos que longe se encontram, cedo ou tarde nos resolveremos:

 - Te acordei?