sexta-feira, 25 de fevereiro de 2011

Então... oi...


Hahahaha, não deveria ser chocante descobrir que alguém lê seu blog. Mas isso foi meio inesperado. Veja bem, eu não mato pessoas quando quero matar pessoas; eu penso a esmo coisas que vem e vão assim; e eu não me deixaria impressionar por postagens recentes. Quase sempre elas têm, mentalmente, destinatários específicos. De resto, hoje é uma noite pra dormir bem gostoso. Eu repetiria, com gosto.


PS: ainda não sei como elaborar a informação de seguranças bisbilhoteiros vizinhos a minha sacada.

terça-feira, 22 de fevereiro de 2011

A respeito das conclusões mais pessimistas que me tocaram recentemente em um filme...


Mágicos não existem, mas cabe a nós a mágica cotidiana possível.

sexta-feira, 18 de fevereiro de 2011

Devaneios de uma noite fictícia. Ou não.

Lalalalalalalalalalalala Laaaaaaaa la Laaaaaaaaaaaaaaa.

domingo, 13 de fevereiro de 2011

Reticências


It's not that easy. It's never that hard. Não ando chorão, não ando largado pelos cantos, não ando sem rumo. Quer dizer, vou andar sem rumo, sem sombra de dúvidas, mas por recente apreço por isso. Mas estou em um extremo mau humor, cuja distância talvez seja o mais recomendável, aos específicos e aos que me cercam... E ficar sozinho é a última coisa que queria ou que aprendi... Trocam-se farpas, ficam angústias, não sei exatamente como lidar. Vi que aprendi a realizar com perfeição o momento tenso, e sei desde sempre que não tenho dificuldades com o frio posterior. Mas este entremeio me angustia. Não posso fazer nada do que quero, não entendo nada de minhas vontades, e por aí vai. Sucessivamente. 

domingo, 6 de fevereiro de 2011

Magicians does not exist


Por que as conclusões que mais machucam são as que mais reverberam?

sexta-feira, 4 de fevereiro de 2011

Feliz desaniversário



E ampla reflexão sobre os coelhos, que inclusive acabei de escrever. E apaguei.

terça-feira, 1 de fevereiro de 2011

2.



Acho que mais reflexões virão, postergadas pelas cincunstâncias que se constróem na base da fumaça. Detesto essas fases onde não sei o que se passa por simplesmente não saber, e não não entender ou não aceitar.
Mas acontece que um dos números que eu mais gostava, para muito além de seus significados mais óbvios e pedantes, está se tornando um monstro. A partir de agora, meu ano tem janeiro, parte 1 e janeiro, parte 2. Em partes, nunca fiz questão de carnaval, é verdade. Mas em partes, machuca ter que destruir algo.